Tale about urban piracy
Mary Read e Anne Bonnie*

Tale about urban piracy é um projecto em desenvolvimento e um convite à participação de outros piratas. | Tale about urban piracy is an on going project and an invitation to the collaboration of other pirates.

female pirats

Tale about urban piracy

>O navio que construímos é o navio com o qual nos identificamos. Uma comunidade / tripulação com características especificas elaboradas a partir da (nossa) realidade.
Desde o início que nos interessou que outros piratas se juntassem ao nosso navio, motor de pirataria, ou que construíssem outros navios ou ainda grupos de piratas despojados de navio com os quais pudéssemos cruzar ideias e interesses.
Esta forma de ser é com certeza partilhado por muitos, com modos de estar iguais e parecidos. Sem ordem conhecida, só com prazeres em não abraçar a lei e a ordem imposta.
Interessa-nos sobretudo que seja um trabalho em constante evolução.
Este é o nosso navio mas pode ser o lugar para encontrar referências para outros navios e neles embarcar.
Queremos construir uma rede de piratas online a partir deste site.
Piratas, sede bem vindos!
>The ship we’ve built is the ship we identify with. A community/crew with a specific distinctiveness construed from our own reality.”
Ever since we begin this project that we were open towards the chipping in by other pirates. New members can join our ship, or anchor nearby their own vessels, or even gather up all resilient lubbers that have their word to say, their idea to present.
We’re sure that this way of seeing things is shared by many others, with similar, if not equivalent, states of mind. No order is imposed in our midst, only the enjoyment in not having any order or laws.
What we want it to have an ever-expanding, ever-progressing work.
The ship is this one, and she’s ours, but perhaps she can be a plank onwards, unto other ships and beyond.
From this site we want to build an online network of pirats.
Pirats we welcome you!

Mary Read

Paralelamente aos seus estudou nas faculdades de Belas Artes e de Medicina, Mary Read foi membro fundador de diversos grupos deintervenção política e artística. Foi instrutora num ginásio e atleta de competição até terem sido dispensados os seus serviços. Mais tarde, desanimada com o seu meio, partiu para a Grã Bretanha onde encontra A. Bonnie. Actualmente reparte o seu tempo entre os seus dois empregos, assistente social e guarda nocturno. Mas o seu maior projecto e‚ a construção de uma feminotopia que pretende materializar em desenhos. | Alongside with the studies in Fine arts and medicine, Mary Read founded several groups of political and artistic intervention. She was a Gymnasium instructor and top-level athlete until her services were rejected. Later, disappointed with the closer circle of people, leaves to England where she meets A. Bonnie. Nowadays her time is shared betw! een two jobs, social assistant and bouncer on the night-shift. But her major project is the construction of a feminotopy that will be materialized in drawings.

Anne Bonnie

Viciada em organização e mapeamento de espaços e momentos. Depois de 10 anos de desenvolvimento de uma carreira sólida em bases de dados, Anna Bonnie despede-se. O destino leva-a a Falmouth onde conhece Mary Read. É em Falmouth que aprende a usar as suas capacidades de organização e a combina-las com intuição e premonição. Passa a maior parte do seu tempo a exercitar estas faculdades sem nenhuma utilização prática em vista. | Addicted to organization and mapping of spaces and moments. After 10 years in the development of a solid career in databases, Anna Bonnie leaves the job. She walks long distances until at last destiny leads her to Falmo! uth where she meets Mary Read. It‚s here in Falmouth that learns how to use the skills in organization combined with intuition and premonition. Anne Bonnie spends almost all the time exercising these faculties with no practical application as an end.